quinta-feira, 4 de agosto de 2022

SINTE/RN alerta associados/as para tentativa de golpes

 

Continuam a chegar ao conhecimento do SINTE/RN, tentativas de golpe contra trabalhadores/as em Educação da Rede Estadual e contra professores/as de Natal, relacionadas à entrega de alvarás. Nessas tentativas, os golpistas pedem o depósito/PIX/transferência de determinado valor como condição para liberar alvarás e acelerar ações judiciais.

Geralmente, os criminosos se passam por dirigentes e funcionários/as do Sindicato e até por advogados/as da assessoria jurídica da entidade. Os golpistas fazem uso de WhatsApp com a logomarca do SINTE ou imagem de dirigentes, recorrem ao uso de papel timbrado, enviam e-mails e efetuam ligações telefônicas.

Recentemente, os criminosos tem se passado pela coordenadora geral do Sindicato, professora Fátima Cardoso. Anteriormente, já se passaram pelo coordenador geral, professor Bruno Vital, e pela diretora de assuntos jurídicos e defesa do trabalhador do Sindicato, professora Eliene Bandeira, valendo-se de diferentes números de celular para aplicar golpes.

Eliene Bandeira alerta a categoria: “O Sindicato não pede depósito em hipótese alguma. Advogados não pedem dinheiro para liberação de alvarás. O SINTE/RN e seus dirigentes também não solicitam qualquer tipo de depósito ou transferência de valores a fim de acelerar ações judiciais e liberar alvarás. Não existe essa prática!”

“Caso alguém entre em contato com você, por WhatsApp, Instagram, Facebook, Twitter, E-mail, Correios e/ou Telefone, e seja solicitado um depósito, procure imediatamente e exclusivamente o Sindicato, e não deposite nenhum valor”, reforça Eliene.

O número de telefone fixo da sede estadual do SINTE, em Natal, é o (84) 3211.4434.

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

Veja a programação da Celebração do Centenário de Paulo Freire, entre os dias 17 e 20 de setembro, no Recife (PE)





Neste ano de 2022, com a vacinação e todas as medidas de segurança sanitárias, a celebração do Centenário de Paulo Freire será realizada presencialmente de 17 a 20 de setembro em Recife (PE). Inclusive teve alteração do local do ato político e show cultural que terá no dia 18. [veja abaixo a programação completa]

A programação contará com plenárias e encontros durante os quatro dias de atividades. Será uma jornada com muita alegria e cultura popular para celebrar o legado e os ensinamentos do pedagogo, filósofo e educador do povo. Celebrar Paulo Freire é celebrar a luta em defesa da Educação como instrumento de transformação da nossa realidade, é celebrar a construção de uma sociedade mais justa e solidária!

17/09 – 09h às 18h
Encontro Rede de Mulheres Trabalhadoras da Educação da América Latina – RED
Local: Mar Hotel Conventions – Rua Barão de Souza Leão, 451 – Boa Viagem- Recife -PE

18/09 – 09h às 12h
Encontro Rede de Mulheres Trabalhadoras da Educação da América Latina – RED
Local: Mar Hotel Convention – Rua Barão de Souza Leão, 451 – Boa Viagem- Recife -PE

14h – Ato Público Político-Cultural
Show com Chico César, Lia de Itamaracá, Silvério Pessoa e Grupo Y Somos Todas (Costa Rica)
Local: – Praia do PINA, Recife-PE

19/09 – 09h
Plenária Popular Mundial da Educação Universidade Federal de Pernambuco – Concha Acústica Paulo Freire – Universidade Federal de Pernambuco

19/09 e 20/09
Movimento Pedagógico Latino-Americano – MPLA
Local: Mar Hotel Conventions – Rua Barão de Souza Leão, 451 – Boa Viagem- Recife -PE

Descaso: Falta de infraestrutura e de recursos é o maior desafio em sala de aula, aponta pesquisa

 

Foto: Rovena Rosa - Agência Brasil

O Brasil vive um desmonte na educação pública brasileira com ataques ao Fundeb, falta de recursos e infraestrutura e de investimentos que podem comprometer a educação pública por décadas. Além de ser as maiores queixas de professores e professoras em salas de aulas. Os dados são confirmados pelo levantamento da Moderna, do Grupo Santillana, que aponta que as dificuldades dentro das unidades de ensino variam conforme o ciclo escolar.

De acordo com a pesquisa, apenas no ensino fundamental, 29,54% dos professores apontam a falta de infraestrutura e de recursos como o maior desafio na rede pública. Em segundo lugar, com 19,25% aparece a queixa de falta de suporte familiar, seguido por 18,29%, que indicaram a dificuldades no ensino remoto e adaptação dos materiais à realidade dos alunos.

Para Rosa Margarida Rocha, Coordenadora do Fórum Nacional de Educação Básica (ABPN), existe é um projeto do Estado que se consolida pela ausência de investimento, deixando historicamente na educação as marcas da exclusão e da carência de recursos. Ainda segundo a pesquisa, para os professores do ensino fundamental 2, do 5º ao 9º ano, a falta de interesse do aluno é um desafio para 36,63%.

“O desmonte da educação pública é um projeto que vem se constituindo historicamente ao longo dos anos. Não passamos apenas por uma crise temporária”, diz Rosa Margarida Rocha, que também é coordenadora do Grupo de Estudos Afropedagógicos Sankofa.

Cortes, evasão e esforço da categoria

Além das universidades federais, os cortes de recursos atingem o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), autarquia responsável pelo Enem; e a Capes, que financia a pesquisa científica no país.

Segundo Rosa Margarida, todo esse processo de desmonte dificulta ou impede o sucesso na aprendizagem dos alunos e colabora com o abandono e a evasão dos estudantes.Isso favorece o adoecimento e a desesperança dos/as profissionais de educação, segundo ela, que reconhece ainda o esforço e o trabalho dos professores e das professoras diante das dificuldades.

“Quando apontamos os problemas da escola pública brasileira, que existem por falta de investimento, sabemos que temos que ser resistência, temos que exigir melhores condições, fazendo o melhor com o que temos, pois precisamos que o filho da classe trabalhadora tenha o direito e acesso a leitura do mundo, para transformar esse mundo”, completa a presidenta do Sindiute de Fortaleza-CE.

Para a sindicalista, a educação pública “precisa de ser universalizada, escola para todos, precisa de investimentos para construí-las, precisa manter as existentes, equipá-las, valorizar os professores com uma carreira atrativa, com formação continuada, sem investimentos é a falência”, afirma Ana Cristina Guilherme.

Adoecimentos

Como mostrou o site da CNTE, além dessas dificuldades que os professores relatam em sala de aula, problemas como ansiedade, depressão e outros problemas relacionados a saúde mental são cada vez mais frequente entre professores/as e alunos/as no país, principalmente com retorno das aulas presenciais, depois de dois anos de pandemia da Covid-19, e problemas na estrutura educacional, que se arrastam bem antes da crise sanitária.

“É urgente e necessário que os poderes constituídos reconheçam que a falta de investimento e de aportes necessários para melhoria da infraestrutura escola”, finaliza Margarida Rocha.

Otimismo

Mesmo enfrentando dificuldades, os professores e as professoras reconhecem pontos positivos de lecionar na rede pública e acreditam que a pandemia resgatou o valor da escola e dos profissionais docentes.

Para 31,67% dos profissionais do Ensino Fundamental transmitir conhecimento é a maior recompensa do trabalho na rede pública. Outros 16,4% indicaram boa empregabilidade e remuneração entre as recompensas.

Para professores do Ensino Fundamental 2, o primeiro lugar dos aspectos positivos também é transmitir conhecimento, no entanto, o percentual é maior: 35,77% dos entrevistados. Na sequência, 19,23% indicam o bom planejamento como positivo e 19,23% destacam a boa empregabilidade e benefícios.

“Não há como negar o protagonismo dos/as professores e de estudiosos na luta por dias melhores na educação. Estes, tem pautado discussões, pontuando questões e colocando seus saberes e fazeres a serviço da educação”, reitera a coordenadora do ABPN.

sexta-feira, 29 de julho de 2022

Rede Estadual 40h: Tabela Salarial dos Educadores 2022 + Parcelas do Retroativo

 


São José de Mipibu: ContraCheque ON LINE

 


Alunos do curso de Pedagogia da UFRN produzem documentário sobre o SINTE/RN


Um grupo de alunos do primeiro período do curso de Pedagogia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) produziu um documentário sobre o SINTE/RN. Desenvolvido na disciplina Ateliê Articulador de Saberes I, lecionada pela professora Nara Carlos, foi apresentado em 26 de julho.

Sob o tema “Movimentos Sociais”, oito estudantes resolveram pesquisar, entre outras coisas, como o SINTE/RN é formado, quem pode se sindicalizar, quantos trabalhadores em educação são filiados, qual o papel de um sindicato e qual a importância do SINTE. Essas e outras perguntas são respondidas ao longo dos 36 minutos de documentário, produzido pelos alunos Adilson Alves, Fernanda Sarah, Francisco Mendonça, Augusto César, Jéssica Tavares, Maria Eduarda, Julieta Bezerra e Josué Lula.




Integrante do grupo que pesquisou o SINTE/RN, o estudante Augusto César explica o porquê o Sindicato foi escolhido como objeto de estudo: “Nós escolhemos o SINTE/RN por nos inserir neste mundo acadêmico e porque no futuro seremos professores. Escolhemos o SINTE por ser um movimento muito conhecido no nosso Estado”, afirmou.

Ele conta que a pesquisa revelou as lutas travadas pelo Sindicato em prol dos trabalhadores em educação, as histórias dos dirigentes que já passaram pela entidade: “Entendemos como os professores se juntam para lutar por suas causas. Foi enriquecedor para nós, alunos e futuros professores”.

Augusto ainda diz que o trabalho ajudou a mudar a visão que alguns componentes tinham acerca do SINTE: “Alguns tinham uma opinião sobre uma determinada pauta que o Sindicato prega. A partir da visita, das conversas com os dirigentes, começamos a ter uma visão diferente. Eu, por exemplo, tinha uma visão receosa. A partir do momento que comecei a ver, comecei a perder um certo preconceito com relação a várias coisas”.

O aluno acredita que a pesquisa vai contribuir para mudar o pensamento das pessoas: “Muitas pessoas acham que a luta do Sindicato é bagunça, professores que não querem ensinar. Mas nossa apresentação mostra que não é assim”.

A professora Nara Carlos aposta que o trabalho do grupo poderá abrir o leque de possibilidades para os alunos: “Ele (aluno) vai poder vislumbrar quais são as outras formas de educação. Entender que é possível se filiar a um sindicato como o SINTE/RN, se engajar, dentro ou no início do curso, e isso é uma consciência política que muitos educandos só constroem ao final do curso ou quando prestam um concurso público”.

Nara Carlos afirma ser necessário ter acesso ao que é a classe trabalhadora: “Precisamos compreender esse conceito, entender que os sindicatos existem em prol do trabalhador, da classe trabalhadora. A falta de conhecimento, essa visão deturpada vem por conta do contexto do capitalismo que vivemos, que divide a classe trabalhadora, coloca todo mundo distante, como se a classe trabalhadora não existisse. Divide para fragilizar”.

A docente finaliza apontando que compreender a importância dos sindicatos fortalece os trabalhadores, clareando as visões deturpadas sobre o papel dos sindicatos: “O Sindicato traz uma força para a classe trabalhadora que se perdeu ao longo do tempo, essa consciência que o capitalismo vem destruindo. Precisamos ter em mente que somos uma classe. Essa classe se transforma em categorias, que têm necessidades distintas, mas estamos colocados no mesmo lugar, vivendo da força do nosso trabalho”.


quinta-feira, 28 de julho de 2022

Urgente: pagamento do Município será creditado após às 12h

 


Questionada pela direção do SINTE/RN em São José de Mipibu, Sonia Pastel, responsável pelo setor de RH da Prefeitura, avisa que os salários dos servidores da Educação serão depositados a partir do meio-dia de hoje (28).

Tenhamos um pouco de paciência porque as remessas (de dinheiro) já foram enviadas para o banco no início da manhã. A previsão para o pagamento se mantém: tudo indica que receberemos dentro de poucos instantes ou no mais tardar ao longo da tarde.


Laelio Jorge da Costa Ferreira de Melo 

Coordenador do SINTE/RN em São José de Mipibu