segunda-feira, 1 de junho de 2026

Chegou Junho !

🎉🌽 CHEGOU JUNHO! 🌽🎉

É tempo de celebrar a fé, a cultura e as tradições nordestinas! Chega o mês das festas de Santo Antônio, São João e São Pedro, trazendo muita alegria, forró, quadrilhas, comidas típicas, balões coloridos e momentos inesquecíveis.

Que a animação tome conta das noites de São José de Mipibu e de todo o nosso amado Nordeste, fortalecendo os laços de amizade, união e valorização da nossa cultura popular.

E, para completar esse período tão especial, teremos também o nosso mais que merecido recesso junino!

✨ Viva o mês de junho! Viva as tradições nordestinas! ✨


SINTE-RN – Núcleo São José de Mipibu

Unidade, luta e compromisso com a educação. 📚✊🏽🎊

Enem 2026 terá atendimento especializado ampliado

Classificação de condições consideradas na aplicação do exame alcançará pessoas com fibromialgia e transtornos mentais, como ansiedade, TOC, entre outros diagnósticos. Prazo para solicitar atendimento é até 5/6


Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) destaca-se entre as avaliações por ser um dos exames que mais proporcionam acessibilidade aos participantes, um padrão que perdura há três décadas. Neste ano, o Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), inovou e incluiu, no edital do Enem 2026, a atenção a situações que passaram a ser consideradas como possíveis solicitações de atendimento especializado. É o caso de condições relacionadas a transtornos mentais e fibromialgia.

Uma pessoa diagnosticada com histórico de crise de ansiedade ou transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), por exemplo, poderá contar com um acompanhante. Essa pessoa de suporte ficará em uma sala reservada, que será monitorada por fiscais, para casos de necessidade de apoio ou estabilização do participante.

O espaço reservado poderá ser utilizado também para acolher profissionais ou parentes do participante que precise de apoio e auxílio para ir ao banheiro e se alimentar durante a prova. Para a análise do pedido, todas as solicitações devem ser comprovadas por documentação adequada, como laudo médico.

A classificação de condições consideradas na aplicação do exame alcança pessoas com deficiências, transtornos e que realizam acompanhamentos específicos de saúde. Inclui também condições como gestação e lactação, além de promover atenção especial a idosos e estudantes em classe hospitalar, entre outras necessidades.

Solicitação – O prazo para solicitação de atendimento especializado é de 25 de maio a 5 de junho, por meio da Página do Participante. Qualquer recurso deve ser solicitado pelo participante, atendendo aos critérios definidos no edital.

Avanços – Em 2025, foram utilizados para a prova cerca de 165 mil recursos para pouco mais de 116 mil participantes que pediram atendimento especializado.

Em três anos (de 2022 a 2025), o quantitativo de pessoas com atendimento especializado no Enem apresentou um aumento significativo: passou de 30.856 para 89.770. Em percentual, o crescimento foi de 191%, ou seja, o número quase triplicou nesse intervalo de tempo. 

A prova em Braille é um dos recursos pioneiros nas avaliações do Inep. A edição de 2020 utilizou, pela primeira vez, a escrita e a correção da redação em sistema de leitura e escrita tátil, utilizado por pessoas cegas ou com baixa visão. 

Dentro da política de acessibilidade e inclusão da autarquia, outras condições isonômicas foram aprimoradas ao longo dos anos. As possibilidades de atendimento ocorrem por meio dos seguintes recursos: 

  • Prova e cartão-resposta ampliados
  • Prova superampliada com cartão-resposta ampliado
  • Videoprova em Libras – prova em vídeo traduzida em Libras, executada em um computador disponibilizado pelo Inep.
  • Leitor de tela – prova compatível com os softwares DosVox e NVDA, executada em um computador disponibilizado pelo Inep.
  • Tradutor-intérprete de Língua Brasileira de Sinais – Libras (profissional habilitado para mediar a comunicação entre surdos e ouvintes e, no ato da prova, esclarecer dúvidas acerca da leitura adequada de palavras, expressões e orações escritas).
  • Leitura labial (serviço de leitura da prova para pessoas com deficiência auditiva ou surdez que não desejam a comunicação por meio de Libras, mas que se valem de técnicas de interpretação e da leitura dos movimentos labiais).
  • Auxílio ledor (leitura da prova para pessoas com cegueira, deficiência visual, deficiência intelectual, transtorno do espectro autista, déficit de atenção com hiperatividade ou dislexia).
  • Auxílio para transcrição (ajuda no preenchimento das provas objetivas e discursivas para participantes impossibilitados de escrever ou de preencher o cartão-resposta).
  • Guia-intérprete (profissional especializado em formas de comunicação e técnicas de guia, tradução e interpretação para mediar a interação entre as pessoas com surdocegueira).
  • Mobiliário acessível (mesas, cadeiras ou carteiras que garantam a realização das provas com conforto e segurança).
  • Sala com acessibilidade (local de prova com acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida).
  • Sala para lactentes (sala para a acomodação de crianças em fase de amamentação e do acompanhante adulto indicado pelo responsável legal para guarda da criança).
  • Classe hospitalar (ambiente no qual ocorre o processo formal de escolarização do participante na condição de estudante internado para tratamento de saúde).
  • Tempo adicional (60 minutos a mais para a realização das provas).
  • Calculadora – recurso disponível para quem tem discalculia.

Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni).

Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são utilizados como critério único ou complementar em processos seletivos, além de servirem como parâmetro para acesso a auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar o ensino superior em Portugal.


Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep

Assessoria Jurídica: Dr. Izac atenderá no dia 17 de junho.


O SINTE/RN comunica aos/as trabalhadores/as em Educação de São José de Mipibu que o advogado Izac Martini estará atendendo a categoria nesse mês de junho, no dia 17 (quarta-feira).

→ Para informações e agendamentos, pedimos que entrem em contato com Rozangela através do número 9 9147 8224 

→ O Núcleo do SINTE/RN em São José de Mipibu está localizado na rua 15 de novembro, 67, Centro (próximo ao Instituto Pio XII).

domingo, 31 de maio de 2026

Em reunião com ministro Gilmar Mendes, CNTE defende fim da militarização nas escolas

Após pedido de vista paralisar análise da lei de São Paulo no Supremo, dirigentes apontam inconstitucionalidade do programa e alertam para os riscos da repressão policial nas escolas.


A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) participou nesta quarta-feira (27) de uma audiência com o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, para denunciar os retrocessos e casos de abuso em escolas cívico-militares. O magistrado é relator do julgamento que analisa se o modelo de ensino cívico-militar implementado pelo governo de São Paulo é constitucional.Trata-se da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7662, que estava com votação aberta no plenário virtual até a terça-feira (26).

O ministro Cristiano Zanin pediu vista para analisar o caso por mais tempo, o que pausa o julgamento por 90 dias. Até a interrupção, somente o relator havia votado pela validade parcial da lei de SP.

Participaram da reunião a presidenta da CNTE, Fátima Silva, o secretário-geral, Fábio Moraes e o assessor jurídico da entidade, Eduardo Ferreira. Na ocasião, a Confederação entregou ao ministro um memorial que elenca os pontos do projeto cívico-militar que ferem a Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Os principais argumentos são a ausência de previsão do formato na legislação federal, os prejuízos à gestão democrática decorrentes da repressão militar e a destinação indevida de recursos da educação para profissionais da segurança pública.

“O ministro mostrou preocupação com a questão da violência. E o que nós discutimos com ele é que nós temos a preocupação do pedagógico, precisamos de segurança pública na sociedade, no entorno das nossas escolas e até mesmo dentro da escola quando for necessário, mas pedagogicamente, fazer a educação com os nossos alunos é papel de professores e daqueles que são profissionais da educação”, comentou Fátima.

A CNTE defende a total inconstitucionalidade formal e material do modelo de escolas cívico-militares, que estão sob apreciação da Corte na Ação Diretas de Inconstitucionalidade (ADI) 7662, no caso de São Paulo, e outras em demais estados, como as ADIs 6791 (Paraná), 7682 (Rio Grande do Sul) e 7809 (Santa Catarina). Há uma conexão jurídica entre os processos, que portanto podem ser decididos em conjunto e, dada a relevância do tema, merecem avaliação cuidadosa no Plenário físico do STF, conferindo maior visibilidade diante da sociedade.

O ministro Gilmar Mendes disse que os aspectos extremistas do modelo serão retirados, e que seu voto segue aberto ao diálogo: “Vamos aprofundar os debates considerando todas as análises multifacetadas pelo Brasil. Eu acho que todos os dados que vierem são importantes para nós conseguirmos comparar e entendermos o que é demasiado, que será então retirado”.

“Você coloca farda em alguém e arma, você já tem problemas, então certamente vocês vão trazer essas questões, e é importante que cataloguem esses casos. A vida constitucional é texto e contexto. Nós estamos numa comunidade violenta e não temos capacidade de evitar isso. Mas é possível ter alternativas e a gente vai discutir”, disse o magistrado.

Fábio avalia que a reunião com o ministro defendeu o projeto de educação que a CNTE defende: “Acreditamos em uma escola plural, acolhedora e inclusiva. Dentro da escola você tem o funcionário, o gestor, o professor, os alunos e a comunidade escolar, e do lado de fora, a polícia cumprindo o seu papel da segurança pública”.

O assessor jurídico da CNTE, Eduardo Ferreira, questionou a constitucionalidade das escolas cívico-militares, uma vez que não há previsão expressa na Constituição Federal e nem na Lei de Diretrizes e Bases. O ministro, por sua vez, disse que esse ponto também segue aberto para debate na Corte.

Ameaça à gestão democrática

O aprendizado não acontece apenas dentro da sala de aula, mas em toda a convivência nos diferentes espaços da escola. Nesse sentido, a presença dos policiais no cotidiano dos estudantes viola a regra da gestão democrática das escolas, prevista na Constituição. Este princípio exige ainda que as comunidades participem das decisões pedagógicas, o que não ocorre na gestão militar.

A lógica militar gera um clima de repressão, sufocando a liberdade de expressão, o pensamento crítico e a autonomia dos estudantes e professores, como denunciado por alunos/as matriculados/as nesse modelo de ensino e seus familiares. Os estabelecimentos escolares escolhidos nos programas cívico-militares são localizados em sua maioria nos bairros periféricos, sob o argumento de controlar a violência e o tráfico de drogas nas escolas , mas com objetivo real de reprimir populações vulneráveis.

Outro ponto crítico desse modelo é o impacto no orçamento das redes de ensino. Verbas públicas protegidas pela legislação, como os recursos para a manutenção e desenvolvimento do ensino e o Fundeb, passam a custear gratificações e salários de militares da reserva. Como esses agentes de segurança não possuem formação pedagógica e não atuam na docência, a destinação desses valores configura um desvio de recursos que deveriam ser aplicados na escola pública. Na prática, o repasse diminui o montante disponível para investimentos estruturais em prédios escolares, compra de materiais didáticos e para a política de valorização salarial e de carreira dos profissionais da educação.

Exemplos

A CNTE compilou alguns exemplos de abusos cometidos por policiais nos colégios cívico-militares e casos de apologia à violência.

Em Curitiba (PR), alunos foram obrigados a cantar uma letra que incita o ódio contra populações periféricas, como explicitado no trecho “Homem de preto, qual é sua missão? Entrar na favela e deixar corpo no chão”. Confira o vídeo neste link.

Em Brasília (DF), estudantes do Centro Educacional 1 do Itapoã foram forçados a realizar flexões como punição por não cumprirem o requisito de uniforme escolar. Assista o vídeo clicando aqui.

No sul de Tocantins, em Paranã, o canto que guiou a marcha dos alunos no Colégio Militar Euclides Bezerra Gerais continha a letra “taticano maldito, se eu não te matar, vou te prender”. Veja a denúncia publicada pelo UOL.

“Nós também temos uma preocupação para onde está indo a nossa juventude, mas o modelo de escola cívico-militar não é um modelo que vai servir de alternativa para a sociedade brasileira. É um modelo autoritário, que anula os corpos, persegue o pedagógico e tira a alegria de viver e a alegria do que tem que ser um ambiente escolar para as nossas crianças, para os nossos jovens e para os nossos adolescentes”, manifestou Fátima.

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Com participação da CNTE, audiência pública cobra melhorias da EJA no Brasil

Debate na Câmara dos Deputados reuniu estudantes jovens e adultos, pesquisadores e educadores para discutir perspectivas das políticas públicas da EJA

O XIX Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos (ENEJA) reúne, de 27 a 30 de maio, delegados, gestores e acadêmicos para construir estratégias de fortalecimento do EJA no Brasil. Na quinta-feira (28), a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) participou da audiência pública promovida, no contexto do evento, pela Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados.

A audiência foi convocada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), com objetivo de debater a situação atual e as perspectivas das políticas públicas da EJA. Foram tantos participantes, que o público foi dividido entre a ocupação do plenário 1, onde ocorreu a mesa, e o plenário 3, com transmissão da audiência para os mais de 50 alunos presentes. A mesa de discussão incluiu representantes de alunos dessa modalidade, pesquisadores da área e integrantes do movimento sindical.

“Nós lutamos por uma educação pública de qualidade, mas não é com qualquer qualidade, é com a qualidade social, que trabalhe o ser humano. Hoje no ENEJA ouvi pela manhã algo que quero compartilhar: a EJA não pode ficar refém do resto de lotação de professores e complementação de carga horária”, disse a secretária executiva da CNTE, Claudir Magalhães, que compôs o grupo de debate.

Direito violado

Na abertura da mesa, a coordenadora nacional dos Fóruns de EJA do Brasil, Rita de Cássio Pacheco, reforçou que a EJA é uma modalidade da educação básica. “Negar a oferta da EJA ou precarizá-la é uma violação direta ao dever constitucional”, comentou Rita.

“A meta do Plano Nacional de Educação (PNE) para a EJA busca alcançar 14 milhões de matrículas na próxima década. Isso implica cessar imediatamente as práticas de fechamento de turmas e precarização da EJA, oferecendo ensino à distância. A EJA virou uma mercadoria que se compra pela internet, nos chamados supletivos”, completou Rita.

Representando os estudantes da EJA, Clodoaldo da Silva elencou as demandas para garantir a permanência dos alunos, em sua maioria trabalhadores de baixa renda. Ele defendeu a oferta de alimentação nutritiva e suficiente, transporte para acesso à escola e melhor infraestrutura, com espaços de acolhimento para os filhos dos alunos que não tem rede de apoio.

“Os estudantes da EJA não são apenas números ou estatística, somos histórias de superação, coragem e resistência. Somos trabalhadores, pais e mães, jovens, adultos e idosos que acreditam no poder da transformação e da educação. A escola precisa saber ouvir os estudantes para de fato compreender suas trajetórias e necessidades”, declara Clodoaldo.

A coordenadora do GT de pessoas jovens e adultas da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPED), Gilvanice Barbosa, destacou que metade dos não alfabetizados se encontram no Nordeste, e que a maioria dos alunos na EJA são pessoas negras, segundo o Censo Escolar.

“Temos que pensar em uma educação de jovens e adultos que considere a equidade, étnico racial e de gênero. Como diz a professora Nilma Lino Gomes, políticas universalistas em contextos altamente desiguais mantém as desigualdades”, apontou Gilvanice.

A pesquisadora prosseguiu com uma reivindicação: “As licenciaturas precisam considerar a EJA como especialidade de formação. Não basta estar no PNE, o Ministério da Educação (MEC) precisa assumir essa meta de forma propositiva. E nós só poderemos ofertar esse componente para as licenciaturas se tivermos vagas docentes e concurso público para a EJA”.

Construção coletiva

Claudir afirmou que os Fóruns da EJA são espaços de construção coletiva essenciais e a CNTE luta pelo fortalecimento dessas organizações. “Nós precisamos ouvir quem faz essa educação, que são os alunos e professores. A EJA precisa ser planejada dentro dos entes federados, com flexibilização na permanência. Os fóruns são também o espaço de fiscalização da lei”, comentou.

“Todo mundo olha a educação pública e acha que temos muito orçamento, mas nós somos muito grandes, e para fazer tudo precisa de mais financiamento. E estão discutindo aqui nesta Casa o fundo do pré-sal para outras questões, para o agronegócio. Nós da CNTE defendemos que esse fundo fique para a educação pública, como foi planejado no Programa Nacional de Infraestrutura Escolar do PNE. Nós lutamos em cada canto do país pelo Fundo Social do Pré-sal”, finalizou Claudir.

A diretora de Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos do MEC, Ana Lúcia Sanches, apresentou dados estatísticos do governo. A EJA está, desde 2023, aumentando a quantidade de estudantes matriculados, mas o crescimento ainda apresenta trajetória de queda. O ministério percebeu que muitos estabelecimentos de ensino criavam estratégias para manipular os números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) usando a modalidade de adultos.

“Quando o Ideb está ruim, as redes escolares colocavam os alunos do ensino médio na EJA, depois retiravam para corrigir o fluxo. Esse pingue-pongue também reflete a queda dos números. Nós precisamos limpar isso e dar passos mais firmes para a qualificação da oferta de EJA. Nós do MEC devemos dar rotas para orientar o que as redes precisam fazer”, afirmou Ana.

Nesse sentido, a diretora apresentou o CadEJA (Cadastro da EJA), plataforma digital lançada pelo MEC em 2026. Ele contabiliza a demanda por essa modalidade de ensino em todo o Brasil. Qualquer cidadão pode registrar interesse na EJA, que notifica os gestores responsáveis na região. Instituições com capacidade para atender o requerimento são acionadas pelos gestores e a vaga é ofertada para o solicitador.

Depois da exposição da mesa, a comissão abriu espaço para manifestação dos ouvintes. Participaram do debate alunos e professores com experiência de chão de sala, cobrando que gestores e parlamentares desenvolvam a educação de jovens e adultos com seriedade. É preciso que o projeto pedagógico ofertado atenda as necessidades de permanência e inclusão desses estudantes.


XIX ENEJA

O Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos está em sua 19ª edição. Com o tema “DIREITO DOS TRABALHADORES E DAS TRABALHADORAS A UMA EDUCAÇÃO

EMANCIPATÓRIA: Políticas Públicas para Educação de Jovens e Adultos nos Territórios”, a programação inclui debates e grupos de trabalhos sobre fortalecimento das ações em defesa do EJA, divididos em três eixos.

A primeira esfera discute diretrizes curriculares nacionais e formação de professores/as para a EJA. O segundo eixo do ENEJA trabalha os desafios na construção, aprovação e implementação do Sistema Nacional de Educação e políticas públicas para o ensino de adultos. Por fim, o terceiro grupo busca o fortalecimento e legitimação dos Fóruns de EJA nos territórios.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

SINTE/RN alerta: cuidado com os golpistas!


ATENÇÃO, SERVIDORES(AS) ATIVOS(AS) E APOSENTADOS(AS) DA REDE ESTADUAL EM SÃO JOSÉ DE MIPIBU! 

Golpistas estão entrando em contato, por telefone e WhatsApp, com servidores(as) ativos(as) e aposentados(as) da Rede Estadual solicitando dados pessoais e até transferências via PIX em troca do suposto desbloqueio de valores provenientes de ações judiciais — algumas delas, inclusive, fictícias.

O criminoso tem se passado pelo Dr. José Odilon Amorim Garcia, integrante da equipe de advogados que assessora a nossa Rede Estadual.

ISSO É GOLPE! NÃO CAIAM! 

Tenham muito cuidado com quem vocês estão falando.

Não forneçam dados pessoais;

Não enviem fotos de documentos;

Não realizem transferências financeiras em troca de promessas de liberação de valores elevados.

Em caso de dúvidas, entrem em contato com os representantes do sindicato.

Para confirmar a veracidade das informações, procurem sempre a direção do SINTE/RN em São José de Mipibu:

Laelio, Francialdo e Rozangela.


IMPORTANTE!

Toda comunicação entre o SINTE-RN e os(as) servidores(as) de São José de Mipibu é sempre intermediada pela nossa direção sindical.

Desconfiem de contatos diretos pedindo dinheiro, senhas, documentos ou transferências bancárias.