terça-feira, 31 de maio de 2022

Assembleia virtual da categoria ocorre nessa quarta-feira (01/06) às 19h via Google Meet

 

O SINTE/RN comunica aos trabalhadores em Educação do Município de São José de Mipibu que estará realizando assembleia virtual da categoria a partir das 19h da quarta-feira, 01 de junho de 2022 para tratar da seguinte pauta:

1. Implementação dos 13.24 % ( complementação do reajuste do piso 2022).

2. Pagamento do retroativo (Jan - Out/2022)

Atenção para o link de acesso: https://meet.google.com/bpy-uyjt-puw

(Plataforma Google Meet)

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Luto: Morre Lourdinha Palhano, a eterna diretora do Instituto Pio XII

 


Dia de luto para a Educação de São José de Mipibu. Morreu hoje, no Hospital Memorial, em Natal (RN), Lourdinha Palhano, uma das mais conhecidas e queridas personalidades da educação mipibuense. 

Irmã de Dom Francisco Canindé Palhano, bispo da Diocese de Petrolina (PE), Lourdinha esteve durante décadas à frente do Instituto Pio XII, tradicional escola católica da nossa cidade. A educadora será lembrada sempre com enorme carinho por gerações de alunos e alunas que passaram pelo Pio XII.

Nós, que fazemos o SINTE/RN em São José de Mipibu nos solidarizamos com familiares, amigos, alunos e ex-alunos da professora Lourdinha. Que todos recebam nossos sinceros sentimentos e abraços de conforto, neste momento de dor e tristeza.

Que Deus a receba de braços abertos.


Laelio Jorge da Costa Ferreira de Melo

Francialdo Cássio da Rocha

Francisca Rozangela de Souza

Coordenadores do SINTE/RN em São José de Mipibu


*O velório, de Lourdinha Palhano acontecerá a partir das 20h, nas dependências do Instituto Pio XII. O sepultamento será amanhã (31) no cemitério local em horário ainda a definir.

Presidenta da Câmara Arthur Lira e os ataques à educação

 



Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil

Todos sabem o quanto a educação brasileira, e em especial a educação pública, tem sofrido ataques sistemáticos e recorrentes desde o golpe contra a ex-Presidenta Dilma Rousseff em 2016. Não temos um dia de paz e sossego quanto a esse conjunto de ataques. Isso exige do conjunto da sociedade uma postura permanente de vigilância.

Sabemos que esse conjunto de ataques à educação, que se dá e se deu muito a partir das mudanças legislativas operadas pelos parlamentares no Congresso Nacional, a mando do Palácio do Planalto desde os tempos de Michel Temer, não seria possível sem o aval do presidente de plantão da Câmara Federal. O exercício dessa função de presidente desta Casa Legislativa permite, principalmente, o controle da agenda e da pauta do que é prioridade ou não do governo para ser aprovado.

Raramente, um governo executivo forte perde esse controle, muito em função da distorção que as emendas parlamentares permitem na cooptação de parlamentares. Esse instrumento legislativo se presta a controlar o voto do parlamentar que, em tese, deveria guardar a independência do ocupante do Poder Executivo.

No caso mais recente, quando observamos o nível federal da tomada de decisões, desde quando o atual presidente Arthur Lira ganhou as eleições à presidência da Câmara dos Deputados, com forte apoio de Jair Bolsonaro, temos assistido a Câmara se transformar em uma verdadeira correia de transmissão dos interesses emanados do Planalto. E é fundamental indicarmos quem é esse atual presidente da Câmara e o que ele representa.

Advogado, mas atuando no ramo dos negócios agropecuários há anos, Lira ganhou sua primeira eleição ainda no ano de 1992, quando se elegeu para exercer o cargo de vereador em Maceió. Depois de reeleito para o mesmo cargo, disputou para ser deputado estadual para, assim, vir para Brasília como deputado federal. Já foi filiado ao antigo PFL (herdeiro da Arena da época da ditadura), PSDB, PTB e PMN. Hoje, é filiado ao Partido Progressista (PP).

Trata-se de um caso típico de um político profissional, com a clássica escalada de cargos e infidelidade partidária. Próximo do ex-presidente da Câmara Federal Eduardo Cunha, Lira sempre foi o representante fiel do baixo clero e do conhecido bloco parlamentar chamado de “centrão”: onde houver governo, Lira está apoiando. Sempre, claro, em troca dos favores, indicações e emendas que a posição pode lhe possibilitar.

Foi dessa forma que ele se elegeu presidente da Câmara dos Deputados: prometeu fidelidade canina ao presidente Bolsonaro recém-eleito e a toda sua pauta maligna para o país. E assim está sendo feito: todo tipo de desgraça e ataques aos direitos sociais e às políticas públicas aparecem na pauta legislativa do país com a sua anuência e são aprovadas com sua articulação.

Antes mesmo de se tornar presidente da Câmara Federal, em 2021, Lira já mostrava a que veio: votou favoravelmente à malfadada Reforma Trabalhista de Temer e, mantendo sua fidelidade ao golpista, também lhe absolveu, com o seu voto, no processo que pedia então a sua cassação quando veio a ocupar a Presidência da República no golpe contra Dilma.

Recentemente, todos os ataques à educação pública brasileira passaram por suas mãos: a proposta recentemente aprovada de educação domiciliar, a ingerência do sistema CREF/CONFEF (conselhos de regulação profissional da área de educação física) nas nossas redes de ensino, obrigando ao professor de educação física a se associar e a pagar a esses conselhos, além da recente tentativa de cobrança de mensalidades nas universidades públicas (PEC 206/2019).

Esses são exemplos recentes de que, mesmo não sendo projetos legislativos de sua autoria, Lira define a pauta do que votar ou ser apreciado na Câmara Federal. Trata-se, sem dúvida, de uma figura nefasta na política brasileira, já acusada, para variar, de enriquecimento ilícito na sua trajetória de vida pública.

Nesse ano de eleições, temos que ficar atentos em quem eleger para as Assembleias Legislativas nos estados e para o Congresso Nacional. É fundamental escolhermos muito bem os nossos candidatos para, o quanto for possível, afastar figuras como Arthur Lira desses espaços de decisão. São inimigos da educação pública e do povo brasileiro, mesmo que digam o contrário. Que nessas eleições, saibamos todos escolher os mais comprometidos com os direitos sociais e as políticas públicas educacionais.

(Brasil de Fato Pernambuco, Heleno Araújo, 26/05/2022)

Sede Estadual do SINTE/RN suspende temporariamente a recepção de documentos de ações




Entre os dias 30 de maio (hoje) e 10 de junho, a sede Estadual do SINTE/RN, em Natal, não estará recebendo documentos de ações da Rede Estadual de Ensino relativas ao retroativo do Piso, ao 1/3 (terço) de férias e ao FUNDEF 60%.

A recepção desses documentos na capital potiguar será retomada em 13 de junho (segunda-feira).

Eliene Bandeira, diretora de Assuntos Jurídicos e Defesa do Trabalhador em Educação do SINTE, esclarece que a suspensão desse serviço em Natal se deve ao fato de que membros da equipe que atuam na recepção de documentos contraíram arboviroses (Dengue e Chikungunya) e por essa razão, estão afastados do trabalho.

Eliene também explica que apesar da suspensão em Natal, o atendimento nos núcleos e regionais do Sindicato segue de modo habitual.


sábado, 28 de maio de 2022

29 de Maio: Dia do Geógrafo


 

Jurídico do SINTE/RN esclarece que parecer do TCE não tem reflexo no Piso da Rede Estadual

 


O parecer emitido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) em resposta a uma consulta feita pelo Governo sobre o Piso Salarial do Magistério não tem implicações para os/as professores/as da Rede Estadual. É o que garante a assessoria jurídica do SINTE/RN.

“Gostaríamos de deixar a categoria tranquila com relação ao Piso da Rede Estadual. O parecer do Tribunal de Contas não se aplica a situação concreta da Rede Estadual do RN. Estamos protegidos por uma legislação local e por uma decisão judicial já transitada em julgada e que está sendo executada na Justiça do Rio Grande do Norte”, afirma o assessor jurídico do Sindicato, o advogado Carlos Gondim.

Sobre a repercussão do Piso na carreira, Gondim esclarece que no RN a lei nº 322/2006 garante que o Piso repercuta de forma imediata em toda a carreira do magistério. Portanto, todos os profissionais têm direito ao reajuste anual e não apenas aqueles que são remunerados com valores de vencimento básico abaixo do valor fixado como de Piso.

O advogado também ressalta que todos os governos do RN desde 2006 vêm aplicando o Piso Salarial na carreira, conforme prevê a lei nº 322/2006, e finaliza: “Se não houvesse a aplicação anual do Piso na carreira, não existiria mais carreira da educação”.

Tabelas I, II e III: 7% (julho), 6.24 % (novembro) + retroativo (jan - out).

Tabela 1

Tabela 2

Tabela 3