terça-feira, 25 de junho de 2019

SINTE convoca aposentados para debater o futuro da aposentadoria e tratar de viagem de lazer




No dia 08 de julho (segunda-feira), o SINTE/RN promove debate para os associados já aposentados com o tema “Sua aposentadoria, seus direitos e como mantê-los”. O evento acontecerá no auditório da sede estadual do Sindicato, no período da manhã, com início às 8h30.

Na ocasião, também serão passadas informações e estabelecidas definições sobre a viagem de lazer da categoria, que deverá acontecer entre os dias 10 e 20 de outubro. Acerca dessa viagem, considerando o contexto político brasileiro que ameaça a organização sindical, o SINTE esclarece que a sua contrapartida financeira, que incide sobre as despesas com o traslado da viagem, será de 30%, ficando as Regionais e os Núcleos municipais cujos sócios aposentados participem da viagem também responsável pelo pagamento de igual percentual.

Ainda no dia 08 será sorteada uma cesta com produtos de beleza entre os presentes e, a fim de incrementar ainda mais essa cesta, solicita-se que os sócios levem um item para doar no dia da reunião, podendo ser sabonete, shampoo, colônia, maquiagem, hidratante, etc.

Definição do adiantamento de 40% do 13º da Rede Estadual ficou para hoje (25) à tarde, em nova audiência




Nesta segunda-feira (24) o SINTE/RN cobrou da SEEC uma informação conclusiva acerca do adiantamento de 40% do 13º salário da Rede Estadual de Ensino. A cobrança foi feita em audiência com o secretário estadual de educação Getúlio Marques. Entretanto, o anúncio do adiantamento foi adiado para às 15h desta terça (25). Uma nova audiência entre o Sindicato e a Secretaria foi agendada.
Além do 13º, o SINTE tratou de outras demandas dos trabalhadores em educação. Veja AQUI um resumo da audiência.

Em audiência com SEEC, SINTE pauta 13º, concurso, promoções, comissões e revisão da carreira



A direção estadual do SINTE/RN se reuniu nesta segunda-feira (24) com o secretário de educação Getúlio Marques, para tratar das demandas mais urgentes da Rede Estadual. A audiência durou mais de duas horas. Na ocasião, o Sindicato levou a mesa cinco pontos da pauta da categoria. Veja abaixo um resumo da audiência.

Adiantamento de 40% do 13º salário 

O SINTE/RN cobrou da SEEC uma informação conclusiva acerca do adiantamento de 40% do 13º salário da Rede Estadual de Ensino. Entretanto, a Secretaria não deu uma resposta definitiva. Uma nova audiência foi marcada para esta terça-feira (25) para tratar da questão.

Convocação de concursados e realização de novo concurso 

O Sindicato também cobrou do governo a convocação de todos os aprovados no último concurso da Rede Estadual, realizado em 2015 e que tem validade até março de 2020. Em resposta a SEEC disse que brevemente serão chamados em torno de 70 aprovados, uma vez que há em aberto diversas vagas devido a desistências. O SINTE ainda pediu a realização de um novo concurso até 2020. A SEEC acordou que em breve vai realizar este processo.

Promoções horizontais e verticais

Promoções horizontais

O SINTE/RN expôs a existência de profissionais que estão com até cinco letras acumuladas porque o governo não vem fazendo as devidas promoções. Foi solicitada a SEEC a apresentação de um cronograma de concessão de promoções para que o SINTE possa, juntamente com os trabalhadores em educação, analisar e discutir. A SEEC ficou de responder posteriormente.

Promoções verticais

A SEEC alega que não tem feito promoções verticais devido a falta de vagas. Diante disso o SINTE/RN vai buscar usar o instrumento jurídico para tratar da questão e buscar o resgate deste direito.

Instalação de comissões

O governo ficou de instalar 5 comissões baseadas na lei do Plano Estadual de Educação (PEE) que devem debater a valorização profissional para além do Piso Salarial, tanto no que se refere a formação quanto as metas 17, 18 e 20 do Plano Nacional de Educação e  do PEE.

Revisão da carreira do magistério

Ficou acordado que até primeira quinzena de julho será publicada e instalada uma comissão que deverá tratar da revisão da carreira do magistério estadual.
“A nossa expectativa é que o governo responda de forma propositiva a nossa pauta agora no segundo semestre e que a gente faça uma forte mobilização da categoria para reivindicar direitos para além do Piso Salarial. Vamos à luta!”, afirmou a coordenadora geral do SINTE/RN, professora Fátima Cardoso.
A direção estadual do SINTE/RN se reuniu nesta segunda-feira (24) com o secretário de educação Getúlio Marques, para tratar das demandas mais urgentes da Rede Estadual. A audiência durou mais de duas horas. Na ocasião, o Sindicato levou a mesa cinco pontos da pauta da categoria. Veja abaixo um resumo da audiência.

Adiantamento de 40% do 13º salário 

O SINTE/RN cobrou da SEEC uma informação conclusiva acerca do adiantamento de 40% do 13º salário da Rede Estadual de Ensino. Entretanto, a Secretaria não deu uma resposta definitiva. Uma nova audiência foi marcada para esta terça-feira (25) para tratar da questão.

Convocação de concursados e realização de novo concurso 

O Sindicato também cobrou do governo a convocação de todos os aprovados no último concurso da Rede Estadual, realizado em 2015 e que tem validade até março de 2020. Em resposta a SEEC disse que brevemente serão chamados em torno de 70 aprovados, uma vez que há em aberto diversas vagas devido a desistências. O SINTE ainda pediu a realização de um novo concurso até 2020. A SEEC acordou que em breve vai realizar este processo.

Promoções horizontais e verticais

Promoções horizontais

O SINTE/RN expôs a existência de profissionais que estão com até cinco letras acumuladas porque o governo não vem fazendo as devidas promoções. Foi solicitada a SEEC a apresentação de um cronograma de concessão de promoções para que o SINTE possa, juntamente com os trabalhadores em educação, analisar e discutir. A SEEC ficou de responder posteriormente.

Promoções verticais

A SEEC alega que não tem feito promoções verticais devido a falta de vagas. Diante disso o SINTE/RN vai buscar usar o instrumento jurídico para tratar da questão e buscar o resgate deste direito.

Instalação de comissões

O governo ficou de instalar 5 comissões baseadas na lei do Plano Estadual de Educação (PEE) que devem debater a valorização profissional para além do Piso Salarial, tanto no que se refere a formação quanto as metas 17, 18 e 20 do Plano Nacional de Educação e  do PEE.

Revisão da carreira do magistério

Ficou acordado que até primeira quinzena de julho será publicada e instalada uma comissão que deverá tratar da revisão da carreira do magistério estadual.
“A nossa expectativa é que o governo responda de forma propositiva a nossa pauta agora no segundo semestre e que a gente faça uma forte mobilização da categoria para reivindicar direitos para além do Piso Salarial. Vamos à luta!”, afirmou a coordenadora geral do SINTE/RN, professora Fátima Cardoso.

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Professor brasileiro é um dos que mais sofrem com intimidação e bullying



Os professores brasileiros são alvo de mais intimidações e lidam em proporção maior com o bullying entre os alunos do que a média internacional, além de perderem mais tempo com atividades não relacionadas ao ensino. É o que mostra a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis, na sigla em inglês), feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), com 250 mil professores e diretores de escolas de 48 países ou regiões.

Em média, os professores no Brasil passam só 67% do tempo em atividades ligadas ao processo de aprendizado. O restante é dedicado a tarefas administrativas, como a chamada de presença, ou disciplinares, como manter a ordem na classe. A relação entre alunos e deles com os professores também preocupa. No Brasil, 28% dos diretores escolares dizem ter testemunhado casos de intimidação ou bullying entre estudantes - o dobro da média da OCDE.

Semanalmente, 10% das escolas brasileiras registram episódios de intimidação ou abuso verbal contra educadores, com "potenciais consequências para o bem-estar, níveis de estresse e permanência deles na profissão", diz a pesquisa. A média internacional é de 3%.

Quando os ataques miram funcionários da escola, o Brasil é o segundo com a maior porcentagem - atrás apenas do norte da Bélgica. A estatística pode ser ilustrada pelo caso recente de dez alunos que atiraram cadeiras e livros contra uma professora na Escola Estadual Maria de Lourdes Teixeira, em Carapicuíba, Grande São Paulo, no fim de maio. O vídeo da agressão se espalhou nas redes sociais e nove envolvidos no episódio chegaram a ser detidos.

A professora Maria Carlota Galvão, que dá aulas de Artes em uma rede municipal no litoral do Rio, diz ver o contexto de violência influenciar na escola cotidianamente. "Os conflitos da escola vêm sempre um pouco de fora porque a sociedade está toda desmoronando ao redor, mas precisamos ensiná-los a conviver com todos esses relacionamentos que têm na família e entre si", diz ela, de 48 anos.

Relatos de intimidação não são incomuns, até fora do contexto escolar. "Nas redes sociais, alguns alunos esquecem que aquilo é um ambiente público e ofendem (em mensagens ao professor)", conta a professora Lidiane Christovam, de 41 anos, que deu aula de Matemática por mais de uma década em colégios particulares da capital paulista e leciona em universidade há cerca de dois anos.

Já a pesquisadora Luciana Lapa, do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral, ligado à Universidade Estadual Paulista (Unesp) e à Universidade de Campinas (Unicamp), diz que a mediação de conflitos e de casos de bullying nas escolas geralmente falha ao tratar o comportamento dos alunos. "Fica esquecida a parte da reflexão, que é muito mais trabalhosa do que o castigo, a suspensão. Você pune e não forma", afirma a especialista. "É preciso uma intervenção não apenas punitiva, mas que promova uma tomada de consciência."

Aprendizado

O relatório da OCDE destaca também o efeito cumulativo do desperdício de tempo no aprendizado do estudante - poucos minutos durante as aulas representam dias perdidos no fim do ano. O Brasil é o terceiro país com o pior aproveitamento de tempo em sala de aula, à frente apenas da África do Sul e da Arábia Saudita. Na média, nos países que integram a OCDE, os professores aproveitam 78% da aula com as atividades de ensino.

Especialistas dizem que o desempenho do País está relacionado à falta de preparo dos professores - o que envolve desde inexperiência em sala de aula até profissionais alocados em disciplinas fora de sua área de formação. E há a falta de compreensão das demandas de alunos, cada vez mais estimulados pela tecnologia.

A professora Lidiane Christovam vê uma sobrecarga nas responsabilidades de docentes. Ela diz que o tempo dedicado ao planejamento das aulas foi tomado por demandas como o relacionamento constante com a escola e os pais, o uso das plataformas digitais do colégio e a capacitação constante. Ao mesmo tempo, acha que atividades no contraturno da escola muitas vezes retiram o tempo que os alunos têm para socializar - por isso, usam o tempo da aula para isso.



(Portal Terra, 19/06/2019)


CONFIRA OS MELHORES MOMENTOS DO ARRAIÁ SINHÁ TEREZINHA

 

Fórum dos Servidores reúne-se na quinta (27) com Governadora para tratar da pauta do funcionalismo


O Fórum Estadual dos Servidores vai se reunir com a governadora Fátima Bezerra no próximo dia 27 de junho às 10h na Governadoria. O encontro deverá pautar os seguintes temas:

1- Calendário de pagamento dos salários de 2019 e das folhas em atraso
2 – Aumento dos salários em 16,38%
3 – Venda da conta única
4- Pregão dos royalties
5 – Plano de investimentos na SET para incrementar a arrecadação própria
6- Auditoria pela CONTROL nos contratos de terceirização

No dia anterior a audiência as entidades vão se reunir para discutir as estratégias de diálogo que serão levadas a mesa de negociação com o Executivo estadual.