sexta-feira, 9 de setembro de 2022
Na PGE, Casa Civil e SEEC, SINTE/RN cobra definição no cumprimento da Ação do FUNDEF
Assembleia Legislativa deve votar Projeto de Lei do rateio do Fundef nos próximos dias
quarta-feira, 7 de setembro de 2022
7 de SETEMBRO: A Verdadeira Independência só se conquista com Educação
segunda-feira, 5 de setembro de 2022
SINTE comunica Lúcia Martins sobre a realização de assembleia da categoria no dia 14/09
Ofício 010/2022
São José de Mipibu,
08 de setembro de 2022
Lúcia Martins Moura
Secretária Municipal de Educação
Coordenador do
SINTE/RN em São José de Mipibu
Urgente: SINTE convoca categoria para participar de assembleia na próxima quarta-feira, 14/09
EDITAL DE
CONVOCAÇÃO
A coordenação do SINTE/RN em São José de Mipibu convoca os(as) trabalhadores(as) em Educação da rede municipal à participarem da ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA que será realizada na próxima quarta-feira, 14 de setembro de 2022, a partir das 9h, nas dependências do prédio da Maçonaria (Rua Cel. Trajano, s/n - Centro) com os seguintes pontos de pauta:
1. Informes gerais
(Festa do Servidor, Implantação do Piso, Retroativo/Rateio)
2. Escolha dos membros da comissão eleitoral que
conduzirá o processo de escolha da nova diretoria do SINTE/RN – Núcleo São José
de Mipibu, no período 2023 – 2026.
Coordenador do SINTE/RN
em São José de Mipibu
sexta-feira, 2 de setembro de 2022
SINTE/RN celebra 33 anos de existência em 02/09/22
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| SINTE/RN: Há 33 anos, os profissionais da educação se uniam para construir o maior Sindicato do Estado |
Somos uma Entidade Classista que pode comemorar sua idade e vitórias. Fundada em Congresso realizado no dia 02 de setembro de 1989, a partir da unificação das Associações existentes à época, de professores, orientadores e supervisores, e do SINSP, que reunia os funcionários em Educação, transformamo-nos neste gigante que é o SINTE/RN. Em âmbito nacional, fomos um dos primeiros sindicatos a reunir todos/as Trabalhadores/as em Educação em uma mesma entidade.
Mais recentemente, atuamos de forma contrária ao golpe institucional e midiático à presidenta Dilma Rousseff. Dissemos não a Emenda Constitucional nº 95/2016, que congelou os investimentos em educação pública e saúde. Dissemos não a Reforma Trabalhista. Nesse sentido, realizamos marchas e defendemos a educação básica. Nas ruas, defendemos os/as profissionais da educação e a classe trabalhadora em geral. Também denunciamos as consequências do golpe, das reformas e do voto em Bolsonaro – fatores que levaram a uma escalada da miséria no país.








