sexta-feira, 18 de setembro de 2026

‘Apagão’: número de professores idosos mais do que dobra em 8 anos, enquanto o de docentes jovens cai 31%, diz pesquisa

Proximidade da aposentadoria para quantidade significativa de profissionais exigirá reposição da mão de obra. Falta de atratividade da carreira, baixa remuneração e sobrecarga de trabalho, no entanto, afastam a entrada de novos docentes no mercado.

Lousa escolar com a frase "O tempo não para", em sala usada para as aulas de adolescentes privados de liberdade — Foto: Larissa Pandori/g1

Por Luiza Tenente, g1

Quando se falava no risco de “apagão” de professores, a preocupação principal nos últimos anos era com a redução no número de alunos nos cursos de licenciatura. Mas dados divulgados pelo Instituto Semesp, nesta quarta-feira (16), mostram que o problema vai além: os docentes que trabalham nas escolas de educação básica estão envelhecendo e próximos à aposentadoria — enquanto o índice de professores jovens, em início de carreira, é cada vez menor.

➡️Entre 2015 e 2023, o número total de docentes no ensino médio, por exemplo, aumentou 6,6%. Seria um alívio. No entanto, olhando apenas para o recorte de até 24 anos, houve queda de 31,1% (de cerca de 17 mil professores para 12 mil). Já na faixa de 60 anos ou mais, o número mais do que dobrou: elevação de 104,5% (18 mil para 37 mil).

“Os dados mostram que o risco de apagão não depende mais apenas da quantidade de professores existentes hoje. O principal desafio está na capacidade de formar, atrair e incorporar novos profissionais em ritmo suficiente para substituir aqueles que deverão deixar a carreira nos próximos anos”, afirma a presidente do Semesp, Lúcia Teixeira.

A baixa atratividade da profissão parece ser o ponto central:

Remuneração pouco competitiva: segundo dados da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), em 2025, um professor do ensino médio ganhava aproximadamente R$ 6,5 mil mensais — 20% a menos do que a renda mensal dos trabalhadores com ensino superior completo (R$ 8,1 mil).

Em algumas disciplinas, o desequilíbrio é ainda maior: professores de sociologia do ensino médio têm média salarial de R$ 4.695.

✏️Condições adversas de trabalho: o indicador de esforço docente, medido pelo Inep, mostra que, em 2025, 41,4% dos professores de ensino médio no Brasil tinham de 50 a 400 alunos, trabalhavam em dois turnos, em uma ou duas escolas e em duas etapas de ensino diferentes (ensino fundamental e ensino médio, por exemplo). O desgaste é maior quando se tem mais provas para corrigir, mais aulas para preparar e mais deslocamentos para cumprir.

✏️Falta de perspectiva: estudantes jovens percebem que o retorno a longo prazo da carreira de professor não é rentável como em outros países. Na Coreia do Sul, por exemplo, a remuneração anual passa de US$ 37,8 mil no início da carreira para US$ 65,8 mil após 15 anos, chegando a US$ 104,8 mil no auge. Na Austrália, vai de US$ 57,5 mil para US$ 81,8 mil, com teto de US$ 93 mil.

Índice de reposição de professores: veja as disciplinas mais críticas

É claro que poder contar com docentes mais experientes é um ponto favorável. O que a pesquisa ressalta é que esses mesmos professores provavelmente irão se aposentar na próxima década e terão de ser substituídos.

Para medir a capacidade de reposição dos professores em atuação, o Instituto Semesp criou a Taxa de Renovação Docente, que relaciona o número de professores com até 24 anos ao contingente com 60 anos ou mais.

➡️Quanto menor a taxa, maior o alerta de possível dificuldade para renovar o quadro de funcionários.

➡️Em índices superiores a 1, significa que há mais docentes jovens do que idosos na área.

De 2015 a 2023 (dado mais recente disponível), segundo o estudo do Semesp, a queda na taxa foi maior em:

Química - de 1,77 para 0,42;

Educação Física - de 1,59 para 0,40;

Física - de 1,53 para 0,4;

Biologia - de 1,45 para 0,37.

As disciplinas de Humanidades têm as menores taxas de renovação absolutas no último levantamento:

Geografia - 0,216 (aproximadamente 1 professor jovem para cada 5 professores mais velhos)

História - 0,234

Língua Portuguesa - 0,240

Sociologia - 0,263

Filosofia - 0,274

Artes - 0,278

Esse movimento demonstra que o problema da renovação não está concentrado exclusivamente nas áreas que atualmente possuem menor número de professores. Trata-se de um fenômeno mais amplo, associado ao envelhecimento do quadro e à dificuldade de entrada de novas gerações na carreira docente”, diz o relatório.

A projeção feita pelo Instituto Semesp indica que, em 2040, a Taxa de Renovação Docente poderá cair para 0,17, em média: ou seja, haveria apenas um professor com até 24 anos para cada seis docentes com 60 anos ou mais.

Em números absolutos, seriam cerca de 10,7 mil professores jovens diante de 61,9 mil docentes com 60 anos ou mais.

Quanto ganha um professor no Brasil? Veja lista que mostra salários a partir de R$ 4,1 mil e entenda déficit com outras carreiras

Pesquisa sobre risco de falta de professores mostra que remuneração média no ensino médio é de R$ 6,5 mil, cerca de 20% abaixo da renda de trabalhadores com nível superior; valores variam conforme disciplina.

Sala de aula em Campinas. — Foto: Reprodução/EPTV

Por Redação g1

Um professor de Filosofia do ensino médio recebeu, em média, R$ 4.082 por mês em 2025. Para um professor de Matemática, a média foi de R$ 5.726. Em disciplinas pedagógicas, chegou a R$ 7.294.

Os números ajudam a dimensionar um dos problemas apontados pela "2ª Pesquisa Apagão dos Professores", do Instituto Semesp: a baixa atratividade financeira da carreira em um momento em que o Brasil precisa incorporar uma nova geração de docentes para substituir profissionais próximos da aposentadoria.

Considerando o ensino médio como um todo, a remuneração média foi de R$ 6.574. O valor corresponde a aproximadamente 80% da renda média dos trabalhadores brasileiros com ensino superior completo, de R$ 8,1 mil.

Abaixo, veja a remuneração por etapa de ensino e, depois, o detalhamento por disciplinas

Média de remuneração por etapa do ensino:

Professor de Nível Superior na Educação Infantil (0 a 3 anos) - 5.105
Professor de Nível Superior na Educação Infantil (4 a 6 anos) - 5.307
Professor de Nível Superior do Ensino Fundamental I - 6.166
Professor de Nível Superior do Ensino Fundamental II - (média 5.426)
Professor do Ensino Médio - 6.574
Salário médio por disciplina no Ensino Fundamental II

Professor de Nível Superior do Ensino Fundamental II - (média 5.426)
Professor de Ciências Exatas e Naturais - 5.930
Professor de Educação Artística - 5.355
Professor de Educação Física - 4.801
Professor de Geografia - 4.801
Professor de História - 5.179
Professor de Língua Estrangeira Moderna - 4.964
Professor de Língua Portuguesa - 6.198
Professor de Matemática - 5.029
Salário médio por disciplina no Ensino Médio

Professor do Ensino Médio - 6.574
Professor de Artes - 4.994
Professor de Biologia - 4.916
Professor de Disciplinas Pedagógicas - 7.294
Professor de Educação Física - 5.180
Professor de Filosofia - 4.082
Professor de Física - 4.433
Professor de Geografia - 5.718
Professor de História - 5.661
Professor de Língua e Literatura Brasileira - 4.941
Professor de Língua Estrangeira Moderna - 5.545
Professor de Matemática - 5.726
Professor de Psicologia - 4.990
Professor de Química - 4.470
Professor de Sociologia - 4.695

Salário não é o único problema

No entanto, o salário é apenas um dos fatores que ajudam a explicar a dificuldade de atrair e manter professores na Educação Básica. Segundo a pesquisa do Instituto Semesp, 58,3% dos docentes ouvidos apontaram a baixa remuneração como um dos principais desafios da profissão. O problema mais citado foi a falta de valorização e estímulo à carreira, mencionada por 74,8% dos participantes.

Aviso sobre proibição de celulares em sala de aula — Foto: TV Globo/Reprodução

Também aparecem entre as principais dificuldades a falta de disciplina e de interesse dos alunos, indicada por 62,8% dos professores; a falta de apoio e reconhecimento da sociedade, por 61,3%; e o baixo envolvimento das famílias, por 59%.

O levantamento mostra ainda sinais de insatisfação com a profissão: 79,4% dos professores pesquisados afirmaram já ter pensado em desistir da carreira docente. Apenas 5% disseram se sentir motivados e confiantes em relação ao futuro profissional.

Esses fatores ganham peso diante do desafio de renovação apontado pelo estudo. Entre 2015 e 2025, o número de professores do Ensino Médio com até 24 anos caiu 31,1%, enquanto o contingente daqueles com 60 anos ou mais aumentou 104,5%.

Evolução salarial

Além do valor recebido no início da carreira, a pesquisa chama a atenção para as possibilidades de progressão salarial ao longo dos anos.

Com base em dados do Education at a Glance 2025, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Instituto Semesp comparou a remuneração de professores do Ensino Médio em diferentes países. Os valores são anuais e ajustados pela paridade do poder de compra, o que permite levar em consideração diferenças no custo de vida entre os países.

No Brasil, um professor do Ensino Médio em início de carreira recebia, em 2024, o equivalente a US$ 24,5 mil por ano. O valor era inferior aos apresentados no estudo para Chile (US$ 31 mil), Coreia do Sul (US$ 37,8 mil), Portugal (US$ 41,3 mil), Finlândia (US$ 48,9 mil), Canadá (US$ 50,1 mil), Austrália (US$ 57,5 mil) e Dinamarca (US$ 59,8 mil).

A comparação mostra também como a remuneração pode evoluir ao longo da carreira em alguns desses países. Na Coreia do Sul, passa de US$ 37,8 mil anuais no início para US$ 65,8 mil depois de 15 anos e pode chegar a US$ 104,8 mil no topo da escala salarial. Na Austrália, vai de US$ 57,5 mil para US$ 81,8 mil após 15 anos, podendo alcançar US$ 93 mil. No Canadá, sobe de US$ 50,1 mil no início para US$ 87,3 mil depois de 15 anos.

Para o Instituto Semesp, esses dados indicam que a atratividade da profissão está relacionada não apenas ao salário de entrada, mas também à perspectiva de crescimento profissional e financeiro. O estudo aponta a baixa remuneração inicial, a falta de progressão na carreira e a desvantagem salarial em relação a outros profissionais com ensino superior como obstáculos para atrair jovens e renovar o quadro docente no Brasil.

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Relator muda tramitação no Senado e ameaça avanços no PL 2531/2021


A decisão do senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator do PL 2531/2021 na Comissão de Educação e Cultura do Senado Federal (CE), de publicar seu parecer sobre a matéria antes mesmo de promover audiência pública previamente agendada – compromisso reiterado pelo parlamentar na sessão ordinária da CE no último dia 1º de setembro –, compromete o processo de ajustes necessários à proposta legislativa e expõe, mais uma vez, o caráter eleitoreiro que tem predominado esta pauta importante para a valorização dos profissionais da educação e, consequentemente, para a qualidade da escola pública.

No dia 14/09/2026, o relator protocolou parecer sobre o PL 2531/2021, mantendo integralmente o texto aprovado na Câmara dos Deputados, o qual, como bem se sabe, possui incongruências que podem prejudicar a efetivação do piso salarial destinado aos funcionários da educação. Neste mesmo dia, uma representação da Direção da CNTE esteve reunida com o relator, no Estado do Piauí, e alertou o parlamentar sobre a necessidade de ajustes no texto da Câmara, alguns presentes no relatório do Grupo de Trabalho coordenado pelo Ministério da Educação e outros de autoria da CNTE. Eis os principais pontos sugeridos pela CNTE para corrigir o PL 2531/2021:

1. A profissionalização é critério elementar para recebimento do piso profissional. A LDB define a formação técnica-pedagógica para os funcionários da educação em seu art. 62-A (o qual deve ser mantido), e seu não cumprimento poderá acarretar inconstitucionalidades, pois trabalhadores “leigos” não fazem jus a piso profissional.

2. Como forma de contemplar mais trabalhadores e de incentivar a profissionalização dos atuais servidores da educação – condição essencial também para elevar a qualidade da educação –, a CNTE propõe a fixação de valor nominal do piso dos funcionários no mesmo patamar do piso do magistério, dada a equivalência no nível de formação profissional, e a fixação de 60% do piso dos funcionários àqueles trabalhadores sem a formação exigida no art, 62-A da LDB. O projeto pode, ainda, estabelecer prazo de até 10 anos para que todos cumpram a exigência da formação profissional. Em 1996, a LDB criou a década da formação dos professores, pois naquele momento o país ainda possuía muitos docentes leigos. E o mesmo deve ser feito agora com os funcionários da educação.

3. Assim como no piso do magistério, o PL 2531/21 precisa assegurar no mínimo o piso do art. 206, VIII da CF-1988 aos funcionários que detêm direito à paridade e à integralidade em suas aposentadorias.

4. O art. 37, XIII da CF-1988 não permite indexar vencimentos e critérios de atualização anual entre categorias de servidores públicos. Logo, o PL 2531/21 possui fragilidade em seu art. 2º, caput, que fixa o piso dos funcionários ao percentual de 75% do piso do magistério.

5. O PL 2531/21 precisa dispor de critério próprio para a atualização do piso dos funcionários, ainda que seja o mesmo previsto para o magistério. Porém, essa disposição tem que constar expressamente na Lei, a fim de superar questionamentos quanto à sua constitucionalidade.

6. O referido GT coordenado pelo MEC apontou a disposição do Executivo Federal em honrar o piso dos funcionários através do VAAT-FUNDEB. Porém, a Emenda Constitucional nº 108/2020,embora permita remunerar os agentes administrativos da educação com recursos do Fundo, limita o piso salarial dentro do FUNDEB apenas ao magistério (art. 212-A, XII). E esse é outro ponto passível de questionamento judicial. Por isso, a CNTE propõe uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para incorporar o piso dos funcionários administrativos também na estrutura do FUNDEB.

Embora o senador Marcelo Castro tenha mantido o compromisso em realizar debate público sobre o PL 2531/2021, a publicação do relatório validando, antecipadamente, o texto da Câmara, contrapõe os compromissos assumidos pelo relator, especialmente após a retirada do pedido de urgência em plenário, cujo objetivo consistiu exatamente em aprofundar o debate sobre a matéria.

Por essa razão, a CNTE requer a reconsideração do parecer do relator, publicado em 14/09, devendo o mesmo observar a conclusão do calendário abaixo.


A CNTE também reitera seu compromisso com a aprovação e sanção do PL 2531/21, neste ano de 2026, razão pela qual considera essencial realizar os ajustes no texto da Câmara, o quanto antes.

Brasília, 16 de setembro de 2026
Diretoria Executiva

Para pressionar o Governo, Assembleia da Rede Estadual aprova paralisação de 24h com Ato Público

Ato será realizado em frente à Governadoria, no Centro Administrativo


A Rede Estadual de ensino vai paralisar as atividades por 24 horas no dia 21 de setembro. Na data, será realizado um Ato Público em frente à Governadoria. Foi o que decidiu a Assembleia da categoria realizada na tarde desta quarta-feira (16). A paralisação é um protesto com o objetivo de pressionar o Governo a dar respostas às principais reivindicações da Rede Estadual, entre elas o pagamento de 1/6 de férias e do retroativo do Piso Salarial de 2026.

Durante a Assembleia, a categoria tirou dúvidas com a assessoria jurídica, recebeu informes sobre a luta e aprovou outros encaminhamentos.

Encaminhamentos:

- Realizar paralisação de 24h com Ato Público em frente à Governadoria no dia 21/09, às 8h;

- Promover debates com os candidatos ao Governo e ao Senado para discutir a pauta da educação pública;

- Criar um programa de formação para a categoria;

- Reivindicar do Governo que os pagamentos de ativos e aposentados da educação aconteçam sempre na mesma data;

- Somar-se à luta da comunidade escolar em defesa da reforma da Escola Hélia de Barros;

- Intensificar a campanha de filiação do Sinte-RN.


#RedeEstadual #Educação #Professores #Funcionários #SinteRN

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Piso do Magistério 2027: estimativa de reajuste recua de 5,62% em julho para 5,28% em agosto

Acompanhamento mensal mostra redução nos índices mínimo, estimado e máximo projetados para o reajuste do Piso Salarial Profissional Nacional do Magistério em 2027. Os percentuais ainda são provisórios e poderão sofrer alterações até o fechamento do ano.


Fonte: @prof.renatoramalho

A estimativa para o reajuste do Piso do Magistério em 2027 apresentou nova redução em agosto, segundo o acompanhamento mensal realizado a partir do novo critério de atualização. O percentual estimado passou de 5,62% em julho para 5,28% em agosto, uma diferença de 0,34 ponto percentual.

Além da estimativa central, o levantamento também apresenta cenários mínimo e máximo. Em julho, o índice mínimo projetado era de 3,50%, enquanto o máximo chegava a 10,30%. Em agosto, esses parâmetros passaram para 3,17% e 7,95%, respectivamente.

Acompanhamento mensal

A proposta é acompanhar, mês a mês, a evolução da estimativa para o reajuste do Piso do Magistério de 2027. Para garantir maior consistência na comparação, o levantamento passa a considerar, a partir de julho, o mesmo procedimento de cálculo.

Por essa razão, o dado referente a junho não foi incluído no gráfico comparativo, uma vez que sua apuração utilizou um critério diferente daquele adotado nos meses seguintes. A partir de julho, a manutenção da mesma metodologia permite observar com maior precisão as oscilações da projeção.

Atenção: Percentuais ainda são provisórios

É importante destacar que os números apresentados não representam o percentual definitivo de reajuste do Piso do Magistério para 2027. As estimativas poderão mudar à medida que novos dados econômicos forem divulgados, especialmente aqueles relacionados ao INPC e ao Fundeb, que integram os parâmetros utilizados na projeção.

Assim, o percentual atualmente estimado em 5,28% deve ser entendido como uma fotografia do cenário em agosto, e não como o índice final que será aplicado em 2027.

O acompanhamento continuará nos próximos meses, com novas projeções referentes a setembro, outubro, novembro e dezembro. A evolução desses números permitirá observar gradualmente a tendência do reajuste até a definição do percentual para o próximo ano.

Acompanhar mensalmente as estimativas é uma forma de permitir que os profissionais da educação tenham acesso antecipado às possíveis variações do reajuste do Piso do Magistério e compreendam como o cenário vai se modificando até o fechamento dos dados de 2026.

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Assembleia da Rede Estadual

O Sinte-RN convoca os(as) trabalhadores(as) em educação da Rede Estadual para a Assembleia da categoria. A atividade será realizada em 16 de setembro (quarta-feira), às 14h.

 Pauta da Assembleia:

. Informes jurídicos; e

. Encaminhamentos.

A participação da categoria é fundamental para fortalecer a organização e construir coletivamente os rumos da luta.


#SinteRN #EducaçãoPública #RedeEstadual #Assembleia

Sinte-RN convoca aposentados e aposentadas para reunião em 15/09

 

Encontro será realizado às 8h30, no auditório do Sindicato, com pauta sobre aniversariantes, Viagem de Lazer e ações jurídicas.


O Sinte-RN convida os aposentados e aposentadas da educação para participarem da reunião que será realizada na terça-feira (15 de setembro), às 8h30, no auditório do Sindicato.

Na pauta, estão a comemoração dos aniversariantes dos meses de maio, junho, julho e agosto; informes sobre a Viagem de Lazer; e informações sobre as ações jurídicas do Sindicato, com a presença dos advogados e advogadas da entidade.

A reunião será também um momento de encontro e confraternização, além de fortalecer a participação e a organização da categoria.